Quem procura uma jaqueta feminina para moto costuma esbarrar sempre no mesmo problema: ou a peça protege e parece um casulo esportivo, ou tem visual bonito e não tem proteção nenhuma por baixo do tecido.
A Bolton Feminina da LS2 resolve isso pelo meio. É uma jaqueta impermeável de visual casual, com protetores certificados nos ombros e cotovelos, membrana que segura chuva de verdade e forro térmico que sai quando o dia esquenta.
Foi construída para o dia que começa com sol e vira chuva no meio do corredor, quando você não tem onde parar para vestir capa.
Três coisas definem se a peça vai ser usada todo dia ou ficar pendurada: se ela segura água, se ela deixa o suor sair, e se ela protege sem travar o movimento.
A Bolton cobre as três. Abaixo, o que cada tecnologia entrega na prática.
O exterior é em softshell de 3 camadas, resistente à água e ao vento.
Softshell é um tecido composto que junta camadas com funções diferentes em uma peça só: a externa segura água e vento, a intermediária faz a barreira técnica, a interna mantém o toque macio e a flexibilidade.
O benefício aparece no movimento. A jaqueta não engessa o corpo. Você continua alcançando os manetes, conferindo o retrovisor e girando o tronco em manobra de trânsito sem sentir o tecido puxando o ombro.
Contra o vento, a diferença aparece na estrada. O vento que atravessa o tecido rouba calor do corpo o tempo todo, e é isso que gera aquele cansaço estranho depois de uma hora de rodovia no frio. Barrar o vento reduz a perda de temperatura e diminui a fadiga em trajetos longos.
A membrana fixa impermeável entrega coluna de água de 8.000 mm H2O e respirabilidade de 5.000 g/m²/24 horas. Os dois números trabalham juntos.
Coluna de água 8.000 mm. Mede quanta pressão de água o tecido segura antes de deixar passar. Chuva de moto não cai só de cima: ela bate com a pressão do deslocamento, do vento lateral e da água jogada pelos carros. 8.000 mm dá margem confortável para chuva de deslocamento urbano e trechos de estrada molhada.
Respirabilidade 5.000 g/m²/24h. Mede o caminho contrário: quanto vapor de suor consegue sair de dentro para fora. Sem isso, a jaqueta segura a chuva mas te deixa molhada por dentro, aquele desconforto de capa de chuva barata. Aqui o vapor do corpo escapa enquanto a água de fora continua barrada.
O zíper frontal também é impermeável, o que fecha o ponto onde a maioria das jaquetas deixa a água entrar primeiro.
A Bolton Feminina vem com protetores removíveis de ombro e cotovelo certificados CE EN1621-1:2012 Nível 1.
Essa norma é o padrão europeu que mede quanta força um protetor consegue absorver em um impacto controlado. Nível 1 é a faixa voltada para uso de rua e deslocamento, com protetores mais finos e flexíveis, que acompanham o corpo sem travar o movimento.
Os protetores de cotovelo têm 2 posições ajustáveis, e esse detalhe pesa mais do que parece. Se o protetor fica fora de posição, ele não cobre onde o cotovelo encosta no chão. Ajustar a altura conforme o comprimento do seu braço coloca a peça no lugar certo na hora que importa.
Proteções opcionais, vendidas separadamente:
Protetor de tórax: LS2 CEProtetor traseiro: LS2 851 Nível 2
O protetor traseiro Nível 2 tem absorção de impacto superior ao Nível 1, indicado para quem roda mais em rodovia ou quer reforçar a coluna.
O forro térmico sai por completo. É essa a diferença entre uma jaqueta que fica guardada metade do ano e uma que você usa direto.
Com o forro dentro, ela segura o frio da manhã, da serra e do fim de tarde. Sem o forro, você mantém a proteção CE, a membrana impermeável e a barreira de vento, com muito menos isolamento térmico. É a configuração para meia estação e para o dia que começa fresco e esquenta.
A LS2 posiciona a Bolton como jaqueta de outono e primavera, que é onde essa versatilidade rende mais. No verão brasileiro pesado, a leitura honesta é que ela vai esquentar, porque a construção prioriza vedação, não fluxo de ar.
O capuz é removível e conta com prendedor com botão. Esse detalhe separa um capuz funcional de um capuz que atrapalha.
Capuz solto em movimento infla com o vento, bate na nuca e puxa a gola. Preso pelo botão, ele fica no lugar, não interfere na virada de cabeça para conferir o ponto cego e não compromete a visão em manobra.
E quando você não quer o capuz, ele simplesmente sai. A jaqueta assume um visual mais limpo e reto.
A Bolton Feminina tem inserções refletivas na construção. Boa parte dos deslocamentos urbanos acontece nas duas piores janelas de visibilidade do dia: o começo da manhã e o fim da tarde, com o sol baixo e o motorista com a vista comprometida.
O material refletivo devolve a luz do farol na direção de quem vem atrás. Não substitui pilotagem defensiva, mas aumenta a distância em que o carro te identifica no escuro e na chuva.
O bolso no peito resolve o que o lateral não resolve com a jaqueta fechada e o corpo inclinado no guidão. Documento, cartão de pedágio e celular ficam acessíveis sem precisar abrir tudo.
A Bolton Feminina é para quem usa a moto na rua. Deslocamento diário, trajeto casa e trabalho, rolê de fim de semana, viagem curta de estrada e serra.
Faz sentido para você se:
Não faz sentido se você procura uma jaqueta feminina para moto no verão em cidade quente, porque a construção fecha o corpo em vez de ventilar. Também não é a peça para motocross e trilha, que pedem outro tipo de equipamento.
Sim. Ela usa membrana fixa impermeável e respirável com coluna de água de 8.000 mm H2O, e o zíper frontal também é impermeável. Isso cobre chuva de deslocamento urbano e trechos de estrada molhada.
Tem. Vem com protetores removíveis de ombro e cotovelo certificados CE EN1621-1:2012 Nível 1. Protetor de tórax LS2 CE e protetor traseiro LS2 851 Nível 2 são opcionais e vendidos separadamente.
A LS2 indica a Bolton para outono e primavera. Sem o forro térmico ela fica mais leve, mas a construção prioriza vedação contra água e vento, então em cidade quente no verão ela vai esquentar. Para calor forte, uma jaqueta com painéis de ventilação faz mais sentido.
Pode. O forro sai por completo. Com ele, você tem isolamento para o frio da manhã e da serra. Sem ele, mantém a proteção CE, a membrana impermeável e a barreira de vento.
O Nível 2 absorve mais energia em impacto do que o Nível 1. Em compensação, costuma ser mais espesso e menos flexível. Nível 1 é o padrão para uso de rua, por equilibrar proteção e mobilidade. Na Bolton, os protetores de ombro e cotovelo são Nível 1, e o protetor traseiro opcional é Nível 2.
Não, porque ele tem prendedor com botão que mantém o capuz fixo. Assim ele não infla com o vento nem puxa a gola quando você vira a cabeça para conferir o ponto cego. Se preferir, o capuz também pode ser removido.
Serve para viagem curta e trechos de serra. A barreira de vento reduz a perda de calor do corpo, que é o que gera fadiga em rodovia no frio, e a membrana segura a chuva no caminho.
A Bolton Feminina entrega uma combinação que não é comum na faixa dela: membrana impermeável com respirabilidade decente, proteção CE nos pontos que mais encostam no chão, forro que sai, e um visual que funciona fora da moto. Essa é a leitura da LS2 desde sempre, entregar função sem cobrar pelo nome.
Para quem roda na rua e quer resolver frio, chuva e proteção em uma peça só, ela cobre bem o que se propõe.
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